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Posts Tagged ‘Ponto G’

Preparamos para você um guia incendiário de posições e o grau de dificuldade de cada uma delas, confira:

Montanha mágica
kamasutra

Grau de dificuldade: 2
Grau de prazer: 3

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Tatiana Presser explica melhor como funciona tudo isso, confira:

Ponto G é uma questão polêmica entre os estudiosos de sexualidade. Uma parcela dos sexólogos acredita na existência dele e até indica o mapa da mina. Porém, a maioria dos terapeutas e educadores sexuais (e eu me encaixo nesse grupo), afirma que Ponto G não existe. Ou melhor, ele pode existir sim, mas não na vagina – e sim na cabeça!

Explico melhor: não há relatos científicos que comprovem a existência de tal ponto no corpo feminino. Quanto à cabeça ser a chave de tudo, isso se deve ao fato de que o segredo para a mulher sentir prazer e ter orgasmo se relaciona a questões emocionais. É daí que vem a teoria de que o Ponto G, se existisse, estaria na cabeça e não em um labirinto dentro da vagina.

O prazer feminino é maior quando a mulher está relaxada, tranqüila, despreocupada, consciente de suas áreas de prazer (ou seja, quando ela sabe onde e como gosta de ser tocada). Estresse, ansiedade, cobranças internas (pensamentos do tipo: “Tenho de conseguir sentir prazer”) e preocupações (como “Será que ele está gostando de mim?”, “Será que ele está me achando gorda?”, “Será que isso… será que aquilo…”) são fatais à excitação e, em conseqüência, ao orgasmo.

É uma bobagem ficar se preocupando em achar esse tal Ponto G. E se chatear porque nunca o encontrou. O melhor é se concentrar em outras coisas mais importantes, como perceber mais a fundo o seu corpo (e o do parceiro também). Você já experimentou tatear, de forma erótica, toda a região genital? E outras partes do corpo, como pernas, pernas, bumbum, coxas, mamilos etc? Esse é um excelente exercício de descoberta de zonas erógenas, algo que com certeza abrirá caminho para mais prazer e mais orgasmos.

Conheça o órgão sexual feminino AQUI:

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Inúmeros caminhos levam ao paraíso. A masturbação é um deles, pois ajuda você a se conhecer. Um namorado bem treinado também. Aqui, maneiras de conseguir um orgasmo — solo ou bem acompanhada.

Com este passo-a-passo ,você chegará ao clímax antes do que imagina! De sexo oral a estimulação do ânus, passando por profundas penetrações, a relação entre você e seu parceiro ficará ainda mais incendiária. Siga do primeiro ao oitavo passo e aproveite os orgasmos i-nes-que-cí-veis!

1. USAR O PODER DA ÁGUA

Antes de chegar à cama, que tal começar a explorar seu corpo ainda no banho, para “acordar” as sensações eróticas? É que a água morna ajuda a despertar as terminações nervosas da pele, que transportam as mensagens para seu sistema nervoso central. Você também pode comprar uma esponja vibratória (há vários modelos, como os que imitam coração e morango) para ajudá-la a estimular algumas regiões de maneira mais intensa. Se estiver no quarto, aposte em um lubrificante, especialmente aqueles que proporcionam a sensação de calor local, à venda praticamente em todas as sex shops.

2. INVESTIR NAS FANTASIAS

O cérebro é mesmo um poderoso órgão sexual, os estudiosos não têm nenhuma dúvida disso. Segundo a sexóloga Kate Taylor, autora do livro The Good Orgasm Guide (Um bom guia do orgasmo), nada menos que 78% das mulheres precisam das fantasias para conseguir um orgasmo durante a transa e 99% chegam lá quando se masturbam. Assim, pensar no Josh Holoway, do seriado Lost, no Reynaldo Gianecchini ou no bonitão que faz você virar o pescoço na academia enquanto se estimula (ou é estimulada), por exemplo, pode fazer a diferença e fazer a sua mente se manter ligada no prazer.


3.
DOMESTICAR SEU GATO

Quando o rapaz estiver deitado de barriga para cima, sente-se sobre ele sem deixar que ponha o pênis dentro da vagina. Curve-se, então, para beijá-lo e acariciá-lo. Ele se sentirá obrigado a tocá-la em todos os cantos que estiverem ao alcance das mãos. A certa altura, peça que se sente e então jogue sua cabeça para trás, convidando-o a beijar seu pescoço, ombros e seios. Enquanto isso, friccione com suavidade seu clitóris contra o osso púbico dele. No momento em que estiver pronta para saborear o prato principal, diga algo do tipo “Estou louca para sentir você dentro de mim”.


4.
TURBINAR A PENETRAÇÃO

No auge da transa, explique que ele precisa manter um contato satisfatório com o clitóris ou com o ponto G para você chegar lá. Se o gato a penetra por trás e de baixo para cima, por exemplo, o pênis terá bastante contato com a parede frontal da vagina, onde fica seu botão mágico. Recorra ainda à sinalização corporal. Gostaria que o rapaz fosse mais fundo? Empurre seu bumbum para trás, em direção ao moço. Ele vai entender. Mais uma dica que funciona: na posição papai-e-mamãe, se você precisa de fricção, afaste gentilmente os ombros dele e diga: “Fico bem melhor quando posso me movimentar debaixo de você”.


5. VARIAR O MENU

Sexo oral é uma forma praticamente garantida de chegar lá. Mas sugira com linguagem corporal (e não verbal). Tente, por exemplo, roçar seu corpo na cabeça dele para sinalizar que deseja mais pressão e indicar a direção certa. Sutil demais? Puxe para baixo a pele que recobre o clitóris, deixando-o exposto, a fim de encorajar o rapaz. E esconda-o com um dedo se preferir que ele estimule os arredores. Peça que a acaricie com toda a língua, e não só a ponta, pois cada parte dela gera uma sensação diferente ao toque. Numa posição confortável, não ficarão cansados e você não se apressará para o clímax — que poderá acontecer antes do que imagina.

7. RECUAR PARA AVANÇAR

Arrisque deixar que sua excitação alcance um grau moderado e, então, interrompa a estimulação para que o desejo diminua mas não desapareça por completo. Recomece de modo que você vá um pouco além do ponto em que estava anteriormente. Então, reduza outra vez. Continue assim, indo e vindo, até chegar ao orgasmo. Esse exercício faz sua energia sexual aumentar, garantindo um prazer mais intenso. Se quiser tentar outro orgasmo, logo após o primeiro, recomece a estimulação para manter o nível de excitação e preparar-se para um novo. A intensidade pode ser menor, mas é bom do mesmo jeito.

8. DESCOBRIR O TRIORGASMO

Você já ouviu falar sobre o orgasmo combo? Obtido por intermédio da estimulação simultânea do clitóris e do seu ponto G. Mas, segundo a sexóloga Ava Cadell, é possível conseguir um clímax ainda mais poderoso: o triorgasmo. Para isso, ela sugere estimular também o ânus durante o combo. Experimente pedir ao namorado que insira a ponta do dedo bem ali, com a ajuda de um lubrificante, quando a excitação estiver em alta. Alguns vibradores triplos já estão à venda nas sex shops, mas, antes de convidar o parceiro para a novidade, teste sozinha a fim de descobrir se ficará realmente à vontade.

O que você não deve esquecer, jamais!

• Descobrir quais são as zonas erógenas capazes de levá-la ao êxtase e revelar a ele.

• Estimular-se física e mentalmente antes (já pensou em sexo enquanto dirigia?)

• Direcionar as mãos, a boca e o pênis de seu parceiro para onde sabe que sente mais prazer.
O que facilita o clímax, sempre

• Saber o que é o orgasmo, não importa se você somente o experimentou sozinha.

• Transar apenas quando estiver com vontade.

• Aumentar a intimidade com o parceiro — sempre.

• Estar plenamente envolvida com algum estímulo erótico, que pode ser uma cena de filme, uma fantasia ou lembranças ultrapicantes.

• Acariciar o seu clitóris antes e durante o sexo — ou pedir ao seu bonitão que o faça.

• Ficar totalmente solta na relação e sem sentir vergonha de nada.

• Tirar do quarto tudo o que possa distraí-la na hora da transa.

• Relaxar e prestar atenção nas reações do seu corpo, e não apenas no namorado.
O truque da respiração

Ao inspirar profundamente e contrair a região pélvica enquanto ele a penetra, você potencializa o fluxo de sangue nessa área. Mais: respirar em uníssono é um segredinho tântrico que pode elevar seu prazer. Parceiros que respiram simultaneamente conseguem frear a pressa do orgasmo a fim de um resultado mais intenso.

O poder da adrenalina

Se você procura um tipo de lazer diferente para os próximos fins de semana, vai adorar saber disso. Pesquisas recentes demonstraram que assumir comportamentos que liberem adrenalina (seja escalar paredões de pedra, seja apenas assistir a um filme realmente assustador) ajuda a estimular a dopamina no cérebro, o que faz os fluidos corporais circular mais depressa, melhorando a resposta sexual.

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(Anatomia da vulva, mostrando a entrada do canal vaginal)

VaginaA vagina é um canal do orgão sexual feminino dos mamíferos, parte do aparelho reprodutor, que consiste num pequeno canal que se estende do colo do útero à vulva.

A parte externa da vulva é denominada vestíbulo da vagina. Lá se encontram 2 orifícios , o da uretra e o da própria vagina.

A parte interna da vagina estende-se até a porção inicial do útero (colo), região denominada de fórnix da vagina. Todo esse conjunto é denominado canal vaginal. O canal vaginal apresenta duas partes de origens embriológicas diferentes, pois a origem do canal vaginal é promovida quando o útero se encontra próximo ao epitélio que formara o vestíbulo e começa a migrar para a sua posição final, o tecido epitelial é puxado assim como o tecido do útero formando assim o canal vaginal com sua porção superior formada por tecido proveniente do útero e a porção inferior do tecido epitelial, o hímen é formado quando com o estiramento do tecido epitelial da onde o útero estava próximo promovendo assim um afinamento desta superfície.

Na porção anterior do canal vaginal encontra-se o hímen, em mulheres que nunca realizaram acto sexual, ou vestígios da estrutura, em mulheres que já o realizaram.

A vagina possui paredes elásticas e no estado natural tem menos de 10 cm; quando excitada pode ter entre 10 a 12 cm, a sua elasticidade permite a boa adaptação a pénis de caracter medio.
Ilustração da vulva onde se nota a abertura externa da vagina.

Aos órgãos genitais femininos cabe a tarefa de produzir o óvulo, isto é, o gameta feminino, e de reter o produto da eventual fecundação, permitindo o seu desenvolvimento. São eles compostos dos ovários, onde o óvulo se forma, das tubas uterinas, do útero e da vagina, e ainda da vulva, ou seja, o complexo dos órgãos genitais externos.

A vagina é um tubo ímpar e médio que vai desde o colo uterino até a vulva, dirigido de cima a baixo e de trás para frente. O limite entre a vagina e a vulva constitui uma dobra, o hímen. A cada lado da abertura externa da vagina há duas glândulas de meio milímetro, chamadas bartolino, secretoras de um muco que lubrifica na copulação. A função da vagina é receber o pênis no coito e dar saída ao feto no momento do parto, assim como expulsar o conteúdo menstrual.

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